sábado, 27 de dezembro de 2014

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Governo assina contrato para duplicar a Tamoios

Governo assina contrato para duplicar a Tamoios



Duplicação do trecho de serra da rodovia dos Tamoios vai custar R$ 3,9 bilhões. Foto: Claudio Vieira


Xandu AlvesSão José dos Campos
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) e a direção da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) assinam hoje o contrato com o consórcio Litoral Norte para a duplicação do trecho de serra da Rodovia dos Tamoios.
Administrado pelo grupo Queiroz Galvão, o consórcio venceu a licitação da PPP (Parceria Público-Privada) com o Estado para construir uma nova pista, recuperar a existente, que tem 21,5 quilômetros de extensão e operar toda a rodovia.
O grupo terá que assumir a manutenção e operação da pista no planalto, duplicada pelo governo entre maio de 2012 e janeiro de 2014.
A duplicação da serra custará R$ 3,9 bilhões e levará quatro anos para ser feita, a partir do início das obras, previstas para o segundo semestre de 2015.
O modelo de PPP prevê que o Estado invista R$ 2,185 bilhões nas obras de duplicação e a Queiroz Galvão, R$ 715 milhões. A empresa terá que aportar mais R$ 1 bilhão ao longo de 30 anos de concessão e operar a rodovia.

Pedágio. Para tanto, a construtora irá cobrar pedágio em três praças bidirecionais (nos dois sentidos): km 15,7 e km 56,6 e no contorno de Caraguatatuba. Os valores serão de R$ 2,80, R$ 4,90 e R$ 1,90, respectivamente.
A cobrança só iniciará, segundo o Estado, após o grupo completar um ano de operação na rodovia e comprovar 6% nas obras de duplicação da serra. O serviços serão feitos entre os km 60,45 e 82 e exigirão a construção de uma nova pista, com 12,6 km de túneis e 2,5 km de viadutos.

“É uma obra complexa, quase uma mini Rodovia dos Imigrantes”, disse Clodoaldo Pelissioni, secretário de Estado de Logística e Transportes.

Financiamento. Segundo ele, o grupo Queiroz Galvão terá até 120 dias para iniciar as obras da nova pista após a assinatura do contrato. Nesse período, o Estado buscará financiamento para os R$ 2,185 bilhões que terá que bancar. O recurso deve vir do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
“A previsão é que a construção da rodovia comece no segundo semestre de 2015. O Estado poderá usar recursos do Tesouro caso o financiamento não saia a tempo”, afirmou.
Antes desse prazo, porém, o consórcio poderá começar a recuperação da atual pista.

Estado prevê restauro de rodovias do Vale 
São José dos Campos
O Estado irá restaurar 207 quilômetros de estradas estaduais que cortam a Região Metropolitana do Vale do Paraíba, com investimento previsto de R$ 333 milhões.
As obras começaram neste ano e têm prazo para conclusão entre junho e dezembro do próximo ano.
Os recursos virão de empréstimos feitos junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), que chegam a R$ 2,3 bilhões e beneficiam obras em todo Estado.
Estão sendo feitas obras de recuperação na estrada velha Rio-São Paulo, na Rodovia dos Tropeiros e na SP-55, que corta todo o Litoral Norte.
Também no litoral o governo estadual recupera e faz melhorias em trechos da estrada entre Bertioga e São Sebastião, com 146 quilômetros de extensão e recursos de R$ 157,9 milhões.
Fonte: OVale



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

PIB do município aumenta e São José sobe no ranking nacional

Dados do IBGE
11/12/2014
Região central de São José dos Campos
São José ganhou posição no ranking em valores do PIB, que é o total das riquezas produzidas pelos diversos setores da economia

PIB do município aumenta e São José sobe no ranking nacional
São José dos Campos ganhou uma posição no ranking dos 100 maiores municípios do Brasil em valores do PIB (Produto Interno Bruto), que é o total das riquezas produzidas pelos diversos setores da economia.
A cidade agora está no 21º lugar, considerando os dados apurados em 2012. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (11) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na classificação estadual, o município se manteve em oitavo lugar, a mesma posição que ocupa desde 2006.
De acordo com o IBGE, o PIB de São José aumentou 11,6% entre 2011 e 2012, passando de R$ 25,169 a R$ 28,089 bilhões. Assim como em 2010 e 2011, São José dos Campos respondeu por 0,6% do PIB brasileiro, sendo um dos 11 municípios do país – fora as capitais – que geriram individualmente mais de 0,5% do PIB nacional.
Com relação ao setor da indústria, São José ganhou duas posições entre 2011 e 2012, estabelecendo-se no sétimo lugar da classificação nacional, com um valor adicionado bruto de R$ 11,103 bilhões, segundo o IBGE.
Em termos de PIB per capita, que representa a participação de cada habitante na formação do Produto Interno Bruto, o município deu um salto ainda maior entre 2011 e 2012, passando da posição 51ª para a 41ª no ranking estadual. De acordo com o IBGE, o PIB per capita do município chegava a R$ 43.643,51 em 2012, bem superior à média registrada no Estado de São Paulo, que é de R$ 33.624,41.
“Esses números são condizentes com a realidade de uma cidade que é o maior polo aeroespacial da América Latina e reúne algumas das maiores indústrias do país, líderes nacionais e até mundiais nos respectivos segmentos”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia.
O secretário citou, entre outros exemplos, Embraer, GM, Petrobras e Johnson & Johnson, que representam juntas aproximadamente 75% do valor adicionado total do município. “Esses números são importantes porque representam como as pessoas de São José, com seus talentos e competências, estão construindo o nosso futuro”. 

fONTE: pmsjc

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Tori - Jardim Aquarius

Foto do dia - Tori



ABERTA AOS OLHOS

Protegido pelo Tori – um símbolo de poder e fé para os povos orientais que dá passagem à luz do 
sol e ao espírito divino – o jardim japonês reflete em suas águas a calma que emana e contagia 
todo o ambiente.
Apesar do jardim de concreto que se ergue como um grande espigão, ele é incapaz de tapar o sol,
que brilha nas árvores, que se refletem no lago.
Poucos se dão conta desta beleza aberta ao público e aos olhos...

Foto: Tião Martins / PMSJC

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

WTC prevê investir R$ 1 bilhão na construção de complexo em S. José

11/11/2014 20h23 - Atualizado em 12/11/2014 10h14

WTC prevê investir R$ 1 bilhão na construção de complexo em S. José

World Trade Center prevê shopping, salas comerciais e residenciais.
Construção depende de mudança na lei de zoneamento no Jardim Aquarius.


Nicole MelhadoDo G1 Vale do Paraíba e Região
WTC em São Paulo possui uma torre de escritórios de 25 andares e uma área construída de 8 km de raio.  (Foto: Divulgação / WTC)

O World Trade Center (WTC) pretende investir R$ 1 bilhão em um complexo empresarial na zona oeste de São José dos Campos, no interior de São Paulo. O projeto inclui um hotel, um centro de convenções, um centro de negócios, um shopping e ainda apartamentos residenciais.
Para viabilizar o projeto, que depende de uma alteração na lei de zoneamento, o presidente do Conselho de Administração do WTC São Paulo, Ozires Silva, esteve nesta terça-feira (11) na Câmara de São José para expor os beneficios do complexo empresarial para a cidade.

Um dos principais atrativos seria a geração de empregos - além dos dois mil trabalhadores necessários para a construção das torres, o empreendimento pode gerar mais de cinco mil empregos diretos. Além disso, o WTC colocaria a cidade em um circuito de eventos mundiais promovidos pela própria associação.
Presidente do Conselho de Administração da WTC São Paulo, Ozires Silva, esteve na Câmara de Vereadores de São José dos Campos (Foto: Nicole Melhado / G1)Presidente do Conselho de Administração da WTC
São Paulo, Ozires Silva, esteve na Câmara. 
(Foto: Nicole Melhado / G1)
“Muitos estrangeiros vêm até aqui e este empreendimento tem características internacionais como um dos atrativos. Queremos trazer a São José um novo olhar. A cidade está interessada neste empreendimento que pode trazer empregos e novas oportunidades de negócios”, disse ao G1.

Impactos
A associação internacional de investidores WTC é conhecida como uma fomentadora de comércio com 330 escritórios em 110 países.
Com investimentos em Goiânia, Belo Horizonte e na capital paulista, o projeto do grupo em São José depende de mudança na classificação de zoneamento.
O terreno escolhido pelos empreendedores em São José, de quase 600 mil metros quadrados no Jardim Aquárius, fica atualmente em uma zona classificada como 'controlada' e permite a construção de imóveis de até dois pavimentos, com no máximo oito metros de altura.
A área teria que ser reclassificada como zona de conversão urbana, que permite edificações mais altas, como as torres que seriam construídas pelo WTC.

O terreno de interesse da WTC fica na Avenida Cassiano Ricardo. Para o secretário de Planejamento Urbano, Miguel Sampaio Junior, a área representa um vazio urbano e o WTC ocuparia cerca de 100 mil metros quadrados, garantindo amplo espaço livre para instalação de recursos urbanísticos, como ciclovias e áreas verdes.
Alteração

De acordo com a Prefeitura de São José dos Campos, a proposta de mudança na lei de zoneamento será apresentada à população em cinco audiências públicas neste mês, antes de ser votada na Câmara.

“Ao contrário do que alguns pensam, este investimento não causaria um estrangulamento do bairro, pois utilizaria apenas uma parte do terreno”, afirmou Sampaio.

Segundo o secretário, a construção deste complexo necessita ainda de análises quantos aos impactos urbanos e viários, e aberturas de novas avenidas e acessos devem ser estudadas.
“Se a cidade não está preparada, deve haver um processo de remoção de obstáculos. Temos que olhar para o futuro e ver nossa configuração diferente”, disse Ozires Silva.
Fonte: G1

TUDO AQUI!

saojosehoje - 

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Rua 7 de Setembro

Você sabia que São José foi uma das cidades pioneiras do Brasil na abertura de shoppings centers?
A partir da década de 70, São José dos Campos passou por uma transformação comercial. 
Foi nessa época que surgiu o Calçadão da Rua 7 de Setembro, que se tornou num dos principais centros de
compras da cidade. O Shopping Centro, inaugurado em 1978, foi o primeiro do gênero no Vale do Paraíba. 
Como comparação, a capital paulista possuía apenas dois shoppings centers, quando São José ganhou a 
novidade da época. 
Nos anos 90, foram inaugurados os primeiros hipermercados e grandes shoppings centers. 
Na mesma época, desapareceram os cinco cinemas de rua da cidade. 
Desconhecido pelas gerações atuais, a diferença básica entre os cinemas de rua e os cinemas de shopping 
centers é que os cinemas de rua possuem somente uma sala para exibição de filmes, enquanto os cinemas de 
shoppings possuem várias.
E assim a cidade continua crescendo de maneira pujante e, agora, integrando a Região Metropolitana do 
Vale do Paraíba (RMV).

Foto: Antonio Basílio/PMSJC


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Queiroz Galvão é confirmada como vencedora da PPP da Tamoios (SP)


Artesp divulga: Queiroz Galvão é confirmada como vencedora da PPP da Tamoios (SP)

Por Fabio Pupo | Valor Econômico
SÃO PAULO  -  A Secretaria Estadual de Logística e Transporte do governo paulista informou nesta quarta-feira que vai homologar o Consórcio Litoral Norte, da construtora Queiroz Galvão, como vencedor da licitação da parceria público-privada da rodovia dos Tamoios (SP-099). 
Segundo nota divulgada nesta tarde, a comissão especial de licitação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) declarou o consórcio vencedor do certame após analisar o plano de negócios e de a Justiça arquivar processo movido por uma das licitantes, que solicitava a impugnação técnica de duas concorrentes. 
No início de outubro, a proposta financeira apresentada pelo Consórcio Litoral Norte havia superado outras três concorrentes da licitação (estavam no pleito três consórcios, integrados por empresas como EcoRodovias, Odebrecht e J&F). Após a homologação do resultado, o próximo passo é a assinatura do contrato de concessão – prevista para ocorrer em dezembro. A expectativa é de que as obras comecem no início de 2015.
A principal obra que o consórcio executará é a duplicação do trecho de serra (entre o km 60,45 e o km 82), empreendimento que terá investimento de R$ 2,9 bilhões. Além disso, está prevista a aplicação de mais R$ 1 bilhão em obras e criação de novos serviços ao longo dos 30 anos do contrato de concessão. A concessionária ficará responsável, ainda, pelos serviços de operação, manutenção e conservação da rodovia dos trechos de planalto e serra (do km 11,5 ao km 83,4) e dos contornos de Caraguatatuba e São Sebastião. 
(Fabio Pupo | Valor)