quarta-feira, 12 de novembro de 2014

WTC prevê investir R$ 1 bilhão na construção de complexo em S. José

11/11/2014 20h23 - Atualizado em 12/11/2014 10h14

WTC prevê investir R$ 1 bilhão na construção de complexo em S. José

World Trade Center prevê shopping, salas comerciais e residenciais.
Construção depende de mudança na lei de zoneamento no Jardim Aquarius.


Nicole MelhadoDo G1 Vale do Paraíba e Região
WTC em São Paulo possui uma torre de escritórios de 25 andares e uma área construída de 8 km de raio.  (Foto: Divulgação / WTC)

O World Trade Center (WTC) pretende investir R$ 1 bilhão em um complexo empresarial na zona oeste de São José dos Campos, no interior de São Paulo. O projeto inclui um hotel, um centro de convenções, um centro de negócios, um shopping e ainda apartamentos residenciais.
Para viabilizar o projeto, que depende de uma alteração na lei de zoneamento, o presidente do Conselho de Administração do WTC São Paulo, Ozires Silva, esteve nesta terça-feira (11) na Câmara de São José para expor os beneficios do complexo empresarial para a cidade.

Um dos principais atrativos seria a geração de empregos - além dos dois mil trabalhadores necessários para a construção das torres, o empreendimento pode gerar mais de cinco mil empregos diretos. Além disso, o WTC colocaria a cidade em um circuito de eventos mundiais promovidos pela própria associação.
Presidente do Conselho de Administração da WTC São Paulo, Ozires Silva, esteve na Câmara de Vereadores de São José dos Campos (Foto: Nicole Melhado / G1)Presidente do Conselho de Administração da WTC
São Paulo, Ozires Silva, esteve na Câmara. 
(Foto: Nicole Melhado / G1)
“Muitos estrangeiros vêm até aqui e este empreendimento tem características internacionais como um dos atrativos. Queremos trazer a São José um novo olhar. A cidade está interessada neste empreendimento que pode trazer empregos e novas oportunidades de negócios”, disse ao G1.

Impactos
A associação internacional de investidores WTC é conhecida como uma fomentadora de comércio com 330 escritórios em 110 países.
Com investimentos em Goiânia, Belo Horizonte e na capital paulista, o projeto do grupo em São José depende de mudança na classificação de zoneamento.
O terreno escolhido pelos empreendedores em São José, de quase 600 mil metros quadrados no Jardim Aquárius, fica atualmente em uma zona classificada como 'controlada' e permite a construção de imóveis de até dois pavimentos, com no máximo oito metros de altura.
A área teria que ser reclassificada como zona de conversão urbana, que permite edificações mais altas, como as torres que seriam construídas pelo WTC.

O terreno de interesse da WTC fica na Avenida Cassiano Ricardo. Para o secretário de Planejamento Urbano, Miguel Sampaio Junior, a área representa um vazio urbano e o WTC ocuparia cerca de 100 mil metros quadrados, garantindo amplo espaço livre para instalação de recursos urbanísticos, como ciclovias e áreas verdes.
Alteração

De acordo com a Prefeitura de São José dos Campos, a proposta de mudança na lei de zoneamento será apresentada à população em cinco audiências públicas neste mês, antes de ser votada na Câmara.

“Ao contrário do que alguns pensam, este investimento não causaria um estrangulamento do bairro, pois utilizaria apenas uma parte do terreno”, afirmou Sampaio.

Segundo o secretário, a construção deste complexo necessita ainda de análises quantos aos impactos urbanos e viários, e aberturas de novas avenidas e acessos devem ser estudadas.
“Se a cidade não está preparada, deve haver um processo de remoção de obstáculos. Temos que olhar para o futuro e ver nossa configuração diferente”, disse Ozires Silva.
Fonte: G1

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saojosehoje - 

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Rua 7 de Setembro

Você sabia que São José foi uma das cidades pioneiras do Brasil na abertura de shoppings centers?
A partir da década de 70, São José dos Campos passou por uma transformação comercial. 
Foi nessa época que surgiu o Calçadão da Rua 7 de Setembro, que se tornou num dos principais centros de
compras da cidade. O Shopping Centro, inaugurado em 1978, foi o primeiro do gênero no Vale do Paraíba. 
Como comparação, a capital paulista possuía apenas dois shoppings centers, quando São José ganhou a 
novidade da época. 
Nos anos 90, foram inaugurados os primeiros hipermercados e grandes shoppings centers. 
Na mesma época, desapareceram os cinco cinemas de rua da cidade. 
Desconhecido pelas gerações atuais, a diferença básica entre os cinemas de rua e os cinemas de shopping 
centers é que os cinemas de rua possuem somente uma sala para exibição de filmes, enquanto os cinemas de 
shoppings possuem várias.
E assim a cidade continua crescendo de maneira pujante e, agora, integrando a Região Metropolitana do 
Vale do Paraíba (RMV).

Foto: Antonio Basílio/PMSJC


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Queiroz Galvão é confirmada como vencedora da PPP da Tamoios (SP)


Artesp divulga: Queiroz Galvão é confirmada como vencedora da PPP da Tamoios (SP)

Por Fabio Pupo | Valor Econômico
SÃO PAULO  -  A Secretaria Estadual de Logística e Transporte do governo paulista informou nesta quarta-feira que vai homologar o Consórcio Litoral Norte, da construtora Queiroz Galvão, como vencedor da licitação da parceria público-privada da rodovia dos Tamoios (SP-099). 
Segundo nota divulgada nesta tarde, a comissão especial de licitação da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) declarou o consórcio vencedor do certame após analisar o plano de negócios e de a Justiça arquivar processo movido por uma das licitantes, que solicitava a impugnação técnica de duas concorrentes. 
No início de outubro, a proposta financeira apresentada pelo Consórcio Litoral Norte havia superado outras três concorrentes da licitação (estavam no pleito três consórcios, integrados por empresas como EcoRodovias, Odebrecht e J&F). Após a homologação do resultado, o próximo passo é a assinatura do contrato de concessão – prevista para ocorrer em dezembro. A expectativa é de que as obras comecem no início de 2015.
A principal obra que o consórcio executará é a duplicação do trecho de serra (entre o km 60,45 e o km 82), empreendimento que terá investimento de R$ 2,9 bilhões. Além disso, está prevista a aplicação de mais R$ 1 bilhão em obras e criação de novos serviços ao longo dos 30 anos do contrato de concessão. A concessionária ficará responsável, ainda, pelos serviços de operação, manutenção e conservação da rodovia dos trechos de planalto e serra (do km 11,5 ao km 83,4) e dos contornos de Caraguatatuba e São Sebastião. 
(Fabio Pupo | Valor)






segunda-feira, 15 de setembro de 2014

ESPLENDOR NA DUTRA - ipê amarelo

ESPLENDOR NA DUTRA

Foto do dia - Boletim Prefeitura SJC



Diante de seu esplendor, tudo fica pequeno: as árvores, as casas, os fios, os carros. Nada antepõe a beleza de seus cachos, a irradiação de suas cores, a magnitude de sua existência. Nativo do Brasil, o ipê amarelo, ou abebuia chrysotricha, tem em São José dos Campos um porto seguro para sua perpetuação. Nestes dias que antecedem a primavera, em cada rua, cada esquina, cada caminho é possível vê-lo desabrochando, impávido, colosso. Diante dele, tudo fica pequeno. Até mesmo a via Dutra - que corta célere a cidade - na sua presença fica diminuta, franzina e se esconde. Como que envergonhada, diante de tanta exuberância... 
Foto: Tião Martins / PMSJC

Fonte: São José Hoje - 15/09

domingo, 27 de abril de 2014

Crescimento impõe desafios ao Litoral Norte

April 27, 2014 - 07:20

Crescimento impõe desafios ao Litoral Norte

Acima, vista aérea do Terminal Almirante Barroso, em São Sebastião. Foto: Flávio Pereira.
Acima, vista aérea do Terminal Almirante Barroso, em São Sebastião. Foto: Flávio Pereira.
Com o acelerado desenvolvimento econômico, região começa a sofrer com problemas das grandes cidades; especialista alerta para necessidade de uma expansão urbana planejada e distribuição das riquezas geradas
Lauro Lam e Xandu Alves 
São José dos Campos

A boom’ da economia no Litoral Norte pode esbarrar em um conhecido problema das metrópoles: expansão urbana desordenada e desigualdade na divisão dos recursos.
A avaliação é do especialista em planejamento urbano e professor da Univap, Paulo Romano Reschilian. Segundo ele, os investimentos nem sempre significam uma melhora na qualidade de vida.
“Crescer sem acesso a terra, habitação ou imóveis de qualidade é como não desenvolver. A distribuição pode ficar precária, produzindo mais pobreza porque o planejamento acaba não incluindo todos. É preciso criar cidades para todos, e não para alguns.”
Ciente de que o litoral é a ‘bola da vez’, Romano defende também um aumento na renda do trabalhador. Apesar de existir a estimativa do IBGE de crescimento de 49% da população da região até 2040, dificilmente isso se converterá em melhores salários.

“Caraguá e São Sebastião têm 73% da população com rendimentos de 0 a 5 salários mínimos por mês. O que esperar de uma urbanização com baixo salário?”, questiona.
Empregos informais impõem outro desafio. “Em Ubatuba, temos uma média de cerca de 60% da população trabalhando sem carteira assinada”, disse o diretor financeiro da Associação dos Arquitetos e Engenheiros da cidade, Carlos Alberto Mendes de Carvalho.

Bons ares. Uma das principais obras do Litoral Norte é a ampliação do porto de São Sebastião, que deve abrir cerca de 1.000 empregos diretos nos próximos 10 anos.
Com investimentos de R$ 2 bilhões, a maior parte vindo da iniciativa privada, o porto aumentará sua capacidade das atuais 1 milhão de toneladas exportadas e importadas por ano para 5 milhões a partir de 2020. Isto representa um acréscimo de 100 navios por ano que atracarão na cidade.
Expansão que já começou para quem quer melhorar de vida por meio de rendimentos mensais na ordem de R$ 4.000.
“Estamos qualificando mão de obra, priorizando as pessoas que moram em São Sebastião. Inclusive, um estivador da cidade vai fazer um curso na Suécia para depois multiplicar o conhecimento. Também mantemos parcerias com as escolas técnicas conveniadas. Quem se preparar vai melhorar de vida, tendo um salário bem maior do que o pago no setor turístico”, disse o presidente da Companhia Docas de São Sebastião, Casemiro Tércio Carvalho.

Com 23 tanques de petróleo e 18 de derivados, o Tebar (Terminal Aquaviário Almirante Barroso) é o maior operado pela Transpetro. Recebendo petróleo nacional e importado, abastece três refinarias do Estado por meio de oleodutos. Hoje são 1.892 funcionários, que deixam parte dos salários em São Sebastião.

'Alta temporada'. Mesmo com a economia aquecida, o setor que é a cara do Litoral Norte foi e continua sendo o turístico.
Com a presença de 1,5 milhões de pessoas nas temporadas de verão, sol, praia e mar são os ingredientes que engordam ou murcham a massa da economia da região. “Aqui o tempo é o termômetro das hospedagens, vendas e movimentação”, disse o diretor do Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares), Luiz Bischof.
Passando de 300 para atuais 800 meios de hospedagens nos últimos 10 anos, o Litoral Norte vê também uma evolução na gastronomia e na qualidade receptiva aos turistas.

Sustentabilidade. Com cursos de capacitação e o incentivo à preservação ambiental, o turismo se profissionalizou e hoje é desafio para uma expansão sustentável.
“O que precisamos muito é quebrar a sazonalidade das temporadas, investindo no turismo de negócio para movimentar as cidades o ano todo”, afirmou Bischof.
O economista Roque Júnior disse que o crescimento poderá ter mais impactos positivos se houver melhorias no trânsito e nos bairros periféricos. “Isto atrai turistas e influencia na geração de renda”.
Fonte: O Vale

Porto e Nova Tamoios embalam investimentos no Litoral Norte

April 27, 2014 - 07:20

Porto e Nova Tamoios embalam investimentos no Litoral Norte

Grandes obras de infraestrutura e evolução dos royalties do petróleo provocaram ‘boom’ populacional na região, atraindo megainvestimentos privados; Caraguatatuba e São Sebastião puxam esse novo ciclo
Lauro Lam e Xandu Alves
São José dos Campos
O Litoral Norte se transformou em ‘vitrine’ para investimentos que vão muito além do mercado turístico.
Com a duplicação da Tamoios, ampliação do porto de São Sebastião e dinheiro ‘jorrando’ pelos quatro cantos da costa, a região vem se tornando cada vez mais independente das demais cidades que compõem a RMVale.
A construção civil cresceu, movimentando o comércio, o que trouxe um saldo positivo no nível de emprego. Nesta semana, havia 260 vagas abertas no PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) da região litorânea.

Mar de opções. Nos últimos 13 anos, a população da região ficou menos caiçara por conta da chegada de novos moradores, e os royalties do petróleo (compensação financeira paga às prefeituras) mudaram o cenário dos quatro municípios, que hoje contam com geração de emprego e renda para quem quer novos horizontes na carreira profissional.
Nem mesmo a Mega-Sena seria capaz de sustentar tamanha ‘sorte’. Que tal um prêmio de mais de R$ 60 milhões? Pois este foi o avanço dos royalties registrado em São Sebastião, cidade campeã do repasse por conta da exploração do petróleo. Enquanto em 2000 a cidade recebeu R$16,3 milhões, o valor saltou para R$ 89 milhões em 2013, de acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo). Em Caraguatatuba, saiu de R$ 2,5 milhões, em 2000, para R$ 73,9 milhões no ano passado.

Crescimento do Litoral Norte. Foto: Arte / O Vale

Impacto direto: investimentos em infraestrutura e crescimento populacional. Hoje, as quatro cidades do Litoral Norte somam 305 mil habitantes. Em 2000, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontava 222 mil. Os aumentos mais acentuados aconteceram em Caraguá e São Sebastião --Poupatempo, shoppings e investidores trazendo hipermercados e redes de lojas se tornaram comuns no roteiro das praias para quem mora ou visita
Fonte: O Vale

sábado, 26 de abril de 2014

Pontos de Entrega Voluntária - PEV

Pontos de Entrega Voluntária - PEV


Foto
Fachada do Ponto de Entrega Voluntária instalado no Jardim Satélite

Iniciativa pioneira na região, os pontos de entrega voluntária representam uma parte importante do sistema de gestão de resíduos da construção. Localizados em áreas públicas, eles atendem determinação da Resolução Federal 307/2006, do Conselho Nacional do Meio Ambiente, e da Lei Municipal 7.146/2006. O objetivo é evitar despejo de entulho em áreas impróprias e direcionar esse material para a reciclagem.
O que é o Ponto de Entrega Voluntária (PEV) é uma área pública instalada em local adequado, cuidadosamente estudado e escolhido para receber resíduos específicos em pequenas quantidades (até um metro cúbico, que equivale ao volume de uma carroça pequena, um porta-malas de carro de passeio ou caçamba de um utilitário pequeno).

O que o local recebe?

Restos de obras de construção (tábuas, tijolos, telhas, tubulações, pisos), móveis e equipamentos domésticos (sofás, cadeiras, geladeiras), pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes inteiras, restos de poda, tinta e óleo de cozinha.
Horário de funcionamento

De segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 20h; e, aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h. 
O serviço é gratuito.
Região Sul
PEV Campo dos Alemães
Avenida dos Evangélicos, 601
Telefone (12) 3966-4252

PEV D.Pedro II
Rua 37
PEV Residencial Gazzo
Rua Arcilio Moreira da Silva (ao lado do cemitério Colonia Paraíso)
PEV 31 de Março
Rua Guidoval, 100
Telefone (12) 3933-7197
PEV Jardim Satélite
Rua Estrela Dalva, 135
Telefone (12) 3934-8311

Região Sudeste
PEV Galo Branco
Avenida Benedito Luiz de Medeiros, 811
Telefone (12) 3905-1939
PEV Interlagos
Rua Ubirajara Raimundo de Souza, 21
Telefone (12) 3944-3540

PEV Novo Horizonte
Rua dos Topógrafos (esquina com a Avenida Tancredo Neves)
Telefone (12) 3907-4540
Região Norte
PEV Altos de Santana
Avenida Alto do Rio Doce, 1075 (ao lado da EMEF Profª Vera Babo de Oliveira)
Telefone (12) 3913-3034
PEV Vila Jaci
Esquina com a Rua Xavantes e João Batista Lopes
Região Central
PEV Martins Pereira (Vila Progresso)
Rua Ana Gonçalves da Cunha (ao lado do Estádio)