quinta-feira, 10 de abril de 2014

Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos

Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos

Imóveis de 2 e 3 dormitórios foram destaques positivos em fevereiro, mês de variação negativa 
08/04/2014
Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos
Fevereiro de 2014

Pesquisa Secovi-SP aponta recuo no mercado de imóveis novos

Imóveis de 2 e 3 dormitórios foram destaques positivos em fevereiro, mês de variação negativa
O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registrou a venda de 981 unidades no segundo mês do ano, o que representou variação de –49,1% diante de fevereiro de 2013 (1.927 imóveis) e de –4,8% sobre as 1.030 unidades escoadas em janeiro.
Em valores, as vendas atingiram R$ 485,4 milhões, uma redução de –48,7% sobre o volume movimentado em fevereiro do ano passado, de R$ 945,9 milhões, devidamente atualizados pela variação do INCC (Índice Nacional da Construção Civil), da Fundação Getúlio Vargas.
Em síntese, a pesquisa realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP  apontou os seguintes resultados para o segundo mês do ano:
. O indicador Vendas sobre Oferta (VSO) para o período de 12 meses referente a fevereiro foi de 62,5%, enquanto o índice de fevereiro de 2013 ficou em 55,8%. Ou seja, em média, o mercado vende 62,5% dos empreendimentos no primeiro ano de oferta;
. Os segmentos de 2 e 3 dormitórios totalizaram 87,3% das vendas no mês. As unidades de 2 dormitórios participaram com pouco mais da metade do volume escoado (56,9% e 558 unidades);
. Das 981 unidades comercializadas, 64,1% (629 unidades) foram imóveis com no máximo seis meses de período de oferta desde o lançamento no mercado;
. Dentre as zonas de valor, os destaques do mês foram os bairros do Jaraguá e São Miguel Paulista.
Lançamentos Residenciais
Em fevereiro, os lançamentos residenciais somaram 940 unidades, com variação de –48,2% sobre mesmo mês de 2013 (1.816 imóveis) e de 127,6% sobre janeiro (413 unidades). O volume de lançamentos expresso em valores totalizou R$ 585,1 milhões.
De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), responsável pelas informações sobre lançamentos, imóveis de 2 e 3 dormitórios predominaram na cidade de São Paulo e representaram 77,3% das unidades lançadas no segundo mês do ano.
Região Metropolitana de São Paulo
Com 1.886 unidades vendidas em fevereiro, a cidade de São Paulo respondeu por 52,0% da comercialização de imóveis novos residenciais na Região Metropolitana, composta ainda por mais 38 municípios no entorno da Capital.
As vendas na Região Metropolitana apresentaram variação de –42,6% diante de fevereiro de 2013 (3.287 unidades), e o volume comercializado expresso em valores atingiu R$ 801,5 milhões.
O ritmo de vendas referente ao período de 12 meses foi de 61,0%, superior ao VSO de 12 meses apurado em fevereiro de 2013. Comparativamente, o desempenho de comercialização da Capital (62,5%) superou a média das demais cidades (59,2%).
Os municípios de São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes se destacaram em vendas no mês de fevereiro.
Acumulado no bimestre e em 12 meses
A comercialização de imóveis acumulada no primeiro bimestre somou 2.011 unidades na cidade de São Paulo, com recuo de 27,5% em relação ao período de janeiro e fevereiro de 2013 (2.775 unidades).
O VGV (Valor Global de Vendas) do primeiro bimestre foi de R$ 971,2 milhões, com variação de –30,0% sobre igual período do ano passado, de R$ 1,39 bilhão atualizado pelo INCC.
As vendas de imóveis de 3 dormitórios cresceram em 19,2%, comparadas ao ano anterior, passando de 527 unidades em janeiro e fevereiro de 2013 para 628 unidades nos primeiros dois meses deste ano.
Os lançamentos residenciais totalizaram 1.353 unidades no primeiro bimestre de 2014. Trata-se do menor volume de unidades lançadas desde 2006 (1.163 unidades), na comparação dos períodos de janeiro e fevereiro de cada ano.
No primeiro bimestre, as vendas superaram os lançamentos em 48,6%, ou seja, em 658 unidades. “Ao se confirmar esse comportamento nos próximos meses, talvez seja uma tendência, para este ano, a redução do estoque”, analisa Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.
O total vendido no período de março de 2013 a fevereiro de 2014 (12 meses) foi de 32.555 unidades, contra 26.556 unidades comercializadas nos 12 meses anteriores, encerrados em fevereiro de 2013. Houve variação de 22,6%.
O volume movimentado em valores no período de 12 meses encerrado em fevereiro deste ano atingiu R$ 18,95 bilhões, com variação de 29,9% sobre VGV de iguais 12 meses em 2013, com R$ 14,59 bilhões. Os valores estão atualizados para fevereiro de 2014, conforme variação do INCC.
Cenário econômico
Dentre os indicadores que demonstram incertezas no cenário econômico nacional nos primeiros dois meses do ano, vale destacar:
. Queda da confiança do consumidor em fevereiro (1,7% em relação a janeiro e 7,7% comparado a fevereiro de 2013);
. Queda da confiança da indústria em fevereiro (1,0% em relação a janeiro e 7,5% em relação a fevereiro de 2013);
. Queda na venda de automóveis (17,4% entre janeiro e fevereiro);
. Queda na intenção de consumo das famílias (3,3% entre fevereiro e março);
Já entre os indicadores que refletem fatos positivos, alguns estão diretamente ligados diretamente à demanda:
. Aumento da renda real em janeiro (3,6% em relação a janeiro de 2013);
. Redução da inadimplência (de 5,5% para 4,4% entre janeiro de 13 e janeiro de 2014);
. Venda de aços planos registrou aumento de 16,4% em relação ao primeiro bimestre do ano passado.
Considerações finais
Os números de fevereiro demonstram que o mercado de imóveis novos residenciais apresentou recuo em termos de comercialização e lançamentos de novos produtos.
O volume de vendas apurado nos dois primeiros meses deste ano são os mais baixos desde 2004. Comportamento semelhante ocorreu com os lançamentos, que foram os menores registrados desde 2006, na comparação entre os primeiros bimestres de cada ano. “Parte deste resultado pode ser atribuída às incertezas dos empreendedores em relação aos rumos da economia. Ademais, certamente refletiu no mercado o encarecimento de terrenos em função da incidência da exigência de contrapartidas e outorgas, além dos debates acerca da apresentação do novo Plano Diretor Estratégico”, afirma o vice-presidente do Secovi-SP, Emílio Kallas.
Para o presidente do Sindicato, Claudio Bernardes, ainda é cedo para se falar em mudança de tendências. “A insegurança dos diversos setores diante da negativa percepção econômica do País, somada aos efeitos do período de sazonalidade baixa do mercado de imóveis novos, tradicional em início de ano, podem ter influenciado os resultados. Mas as nossas projeções de estabilidade para este ano, preservadas as condições macroeconômicas atuais, estão mantidas”, conclui.

Veja também
Fonte: Secovi

Boom imobiliário: bom pra quem?



Boom imobiliário: bom pra quem?

IMAGEM DE DESTAQUENos últimos anos, o setor imobiliário brasileiro ganhou os holofotes: o número de novos empreendimentos explodiu, as vendas bateram recorde e, em 2013, pela primeira vez, o crédito para a compra de imóveis superou o crédito pessoal no país, segundo dados do Banco Central (BC). Contudo, o boom de novas construções veio acompanhado de aumento vertiginoso dos preços: nos últimos cinco anos, o valor médio dos imóveis residenciais subiu 121%, de acordo com levantamento do BC, que considera 11 regiões metropolitanas do país. Na esteira dessa valorização, o preço dos aluguéis também disparou.
Assim, embora muita gente esteja comprando, outras estão sofrendo os efeitos negativos dessa aceleração: parte da classe média está sendo expulsa dos bairros bem localizados, e a população de baixa renda levada para regiões cada vez mais periféricas. Essa é a análise da urbanista Ermínia Maricato, professora aposentada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Ermínia também foi secretária-executiva do Ministério das Cidades entre 2002 e 2005 e secretária de Habitação e Desenvolvimento Urbano do município de São Paulo entre 1989 e 1992, no governo Luiza Erundina. Confira a seguir a entrevista.


Idec: O preço dos imóveis no Brasil não para de subir. Os governos podem ou devem intervir de alguma forma para frear esse aumento?
ERMÍNIA MARICATO: À luz da legislação brasileira, seria possível, sim, combater a especulação e o encarecimento dos imóveis. Segundo a Constituição, o direito de propriedade está subordinado à sua função social. No entanto, na realidade, a aplicação da lei e as relações sociais se dão como se o direito de propriedade fosse absoluto e o direito à moradia, relativo.
Hoje, há uma quantidade enorme de imóveis ociosos e, ao mesmo tempo, uma parte da população está em moradias irregulares. No município de São Paulo, praticamente um quinto da população vive nessa condição; nas capitais do Norte e do Nordeste esse número é muito maior. Não é simples [resolver o problema], porém, em outros países, principalmente na Europa, não há essa desigualdade como aqui, pois há leis que restringem a especulação. Em Paris [França], por exemplo, um apartamento não pode ficar vazio por mais de um ano, se não o proprietário é taxado. Aqui no Brasil, o patrimonialismo é tão forte que não se consegue aplicar nem mesmo o IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbano] progressivo, previsto em lei.


Idec: Por que os preços estão subindo tanto?
EM: Porque o imóvel se valoriza muito não só a partir do que é feito dentro dele, mas do que acontece no entorno. A localização é a mercadoria, mais importante do que a habitação em si. A mesma casa em um bairro nobre de São Paulo e no Jardim Ângela [bairro da periferia da capital paulista] teria preços muito diferentes.

O proprietário ganha sem fazer nada: se a prefeitura investe, se tira uma favela ao lado do imóvel, ele ganha. Ou seja, tem gente que se apropria de uma renda extraordinária pela valorização imobiliária, enquanto isso aumenta o custo de vida na cidade e encarece os custos para o Poder Público também. O aumento do preço dos imóveis dificulta para as prefeituras construírem creches, escolas e fazerem obras viárias, porque a desapropriação fica muito mais cara. Esse boom imobiliário é profundamente pernicioso para a política pública urbana.


Idec: Em sua opinião, estamos vivendo uma bolha imobiliária?
EM: Não é uma bolha. A situação aqui é muito diferente da dos Estados Unidos, onde o capital financeiro pegou como refém o circuito imobiliário. Lá, os imóveis passaram a fazer parte de "papéis fictícios", descolando os preços do quanto eles realmente valiam. Então, quando iam ser cobrados, as pessoas não conseguiam pagar. No Brasil, o que está acontecendo é um boom, com a incorporação da classe média no mercado, principalmente da população entre seis e dez salários mínimos.


Idec: Essa elevação do valor dos imóveis contribui para a elitização de alguns bairros? Quais são as suas consequências?
EM: Totalmente. As pessoas de classe média que estão procurando imóveis para alugar estão sendo expulsas dos bairros melhores; as favelas das regiões centrais estão sendo expulsas.


Idec: O programa "Minha Casa, Minha Vida", lançado em 2009 pelo governo federal, tem conseguido cumprir o papel de ampliar o acesso à casa própria à população de baixa renda?
EM: Ele ampliou para a classe média. Para a baixa renda – a população abaixo de cinco salários mínimos, e principalmente a de zero a três [salários], em que se concentra o déficit habitacional – continua como sempre: ocupações irregulares, compra de lotes ilegais e autoconstrução da moradia. O governo tem colocado muito dinheiro de subsídio, mas não está resolvendo o problema de quem mais precisa porque o preço aumentou muito.

Além disso, diante do crescimento do número de imóveis para a classe média, os mais pobres estão sendo jogados para áreas ainda mais periféricas das cidades. Há pesquisas recentes que mostram que o boom imobiliário está promovendo uma nova fronteira de ocupação irregular das áreas de proteção de mananciais. E quem está irregular não tem direitos; essa é a condição que a sociedade brasileira coloca aos mais pobres.


Idec: O Estatuto da Cidade, lei federal de 2001, incorporou a criação de Zonas Especiais de Interesse Social (zeis), áreas demarcadas para habitação popular. Esse recurso tem sido bem utilizado pelos municípios?
EM: As zeis são uma boa medida quando aplicadas. A sua ideia é assegurar moradia social em áreas bem localizadas. Elas não resolvem o problema, mas ajudam. Porém, dá para contar nos dedos quantas foram aplicadas com o espírito de combater a desigualdade urbana e a periferização. Para pegar um exemplo concreto, o plano diretor de São Paulo de 2002 previa diversas áreas para zeis, em lugares bons da cidade. Contudo, essa previsão foi burlada com um decreto do ex-prefeito Gilberto Kassab, que considerou o teto de 16 salários mínimos para algumas dessas áreas. Esse valor, para um país como Brasil, mesmo em uma cidade como São Paulo, pega a minoria da minoria, não tem nada de baixa renda.


Idec: Uma das propostas do Plano Diretor da capital paulista é a criação da chamada "cota de solidariedade", que prevê que empreendimentos de grande porte doem terrenos para a implantação de habitação de interesse social. Qual é a sua opinião sobre a medida?
EM: A cota de solidariedade é importante. Também não resolveria o problema, mas o minimizaria. O difícil é que ela seja aplicada, pois a especulação imobiliária no Brasil é muito violenta e domina totalmente as câmaras municipais. Os donos dos empreendimentos não querem habitação social no mesmo terreno porque o desvaloriza: o preço do imóvel fica mais baixo porque todo mundo vai falar que terá um "conjuntinho" de baixa renda ao lado.


Idec: Outra proposta do Plano Diretor de São Paulo é limitar o número de vagas de garagem em prédios residenciais e comerciais. É uma boa ideia para desestimular o uso do carro?
EM: Na verdade, o principal objetivo é barrar a ocupação de moradias feitas para uma faixa de renda por outra faixa. A aposta é que ter apenas uma vaga de garagem ou só um banheiro no imóvel afasta o interesse das classes mais altas e de quem quer especular. Acho que [a medida] pode ter alguma eficácia. A ideia é desestimular o uso de carro também, colocando essas moradias próximas aos corredores de ônibus.


Idec: Todos os dias, os paulistanos gastam, em média, duas horas e 42 minutos para se locomover na cidade. Essa média é elevada pelos usuários de transporte público que moram em áreas afastadas da cidade. É possível resolver o problema da mobilidade urbana sem aproximar as moradias das ofertas de emprego?
EM: É possível, mas é caro. Para ter uma rede que alcance toda a extensão da região metropolitana com qualidade, o custo é estratosférico. Nos Estados Unidos, isso foi feito: o modelo vigente nos últimos 60 anos foi o de extensão por meio dos subúrbios. As cidades são estendidas horizontalmente, com gigantescas vias, e todo mundo tem automóvel. Contudo, hoje é unanimidade entre os urbanistas do mundo todo que esse modelo é insustentável do ponto de vista ambiental. Nos EUA, para comprar um pão é preciso pegar o carro.

O modelo abstrato que os urbanistas apoiam atualmente é o da "cidade compacta", que é aquela em que tudo está próximo: as pessoas moram relativamente próximo ao trabalho, ao estudo, à unidade de saúde, à padaria etc., enquanto as bordas da cidade são liberadas para áreas verdes, de lazer e de agricultura. Aqui [no Brasil], nós temos o que é pior da cidade compacta – ilhas de calor, congestionamento etc. – e o pior da cidade estendida, que é uma periferia sem infraestrutura.


Idec: Nos últimos anos, temos visto seguidas tragédias causadas por enchentes e desabamentos em várias cidades do país. Em geral, culpa-se a "falta de planejamento urbano" e as moradias irregulares pelo problema. São eles os culpados?
EM: A mídia brasileira, de um modo geral, é cínica. Sempre se diz que é "falta de planejamento". Mas não é por falta de planos. Todas as cidades brasileiras com mais de 20 mil habitantes têm Plano Diretor, e todos os planos falam em combater a desigualdade urbana. Não é por falta de lei ou de planejamento que as nossas cidades são como são. É pela desigualdade social, é pelo patrimonialismo, é pela especulação imobiliária ligada a financiamento de campanha [eleitoral]. Não é preciso fazer mais planos, mas sim aplicar os que já existem.

Fonte: IDEC

terça-feira, 8 de abril de 2014

Veja como será o acesso à Arena de São Paulo - Masterplan

Veja como será o acesso à Arena de São Paulo





Guia da Copa do Mundo traz roteiros em 11 cidades do Vale

April 8, 2014 - 09:30

Guia da Copa do Mundo traz roteiros em 11 cidades do Vale

Praia da Cocanha, em Caraguatatuba; a cidade está no guia. Foto: Arquivo/OVALE
Praia da Cocanha, em Caraguatatuba; a cidade está no guia. Foto: Arquivo/OVALE
Livreto com atrações de São Paulo será lançado por comitê amanhã no Museu do Futebol, com versões em três línguas
Xandu AlvesSão José dos Campos
Onze cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba foram incluídas no Guia Roteiros Paulista, edição com opções turísticas para curtir durante a Copa do Mundo que será lançado amanhã, no Museu do Futebol, em São Paulo.
Ao todo, foram escolhidos 55 roteiros em 49 cidades paulistas, entre elas São José do Barreiro, Campos do Jordão e Caraguatatuba.
O guia tem 233 páginas, em formato 20,5 cm de altura por 13,5 cm de largura, e será lançado em três versões: português, inglês e espanhol.
O livreto está dividido em quatro temas: sol e praia, cultura e lazer, comer e beber e aventura e natureza.
Ele terá uma divisão semelhante a usada por guias tradicionais, como o 4 Rodas, e será distribuído gratuitamente para serviços de imprensa, empresas de turismo e as cidades-sede dos jogos, além daquelas que terão centros de treinamento.
Serão distribuídos 30 mil exemplares impressos --10 mil por idioma-- e também será disponibilizada a versão digital no site www.copa2014.sp.gov.br.
“O objetivo é incentivar os turistas brasileiros e estrangeiros a conhecer cidades paulistas nos dias em que não houver jogos da Copa do Mundo”, disse Carol Fontes, gerente de Eventos do Comitê Paulista 2014.

Jogos. 
A capital receberá quatro jogos da Copa do Mundo, todos no estádio do Corinthians, em fase final de construção, e 12 cidades paulistas serão sede de centros de treinamento durante a fase de preparação para o torneio.
Para o Ministério do Turismo, São Paulo receberá 1,2 milhão de turistas na Copa, sendo 265 mil estrangeiros.

Região. 
Parte desse total pode circular pela região, na avaliação do Comitê Paulista, o deve movimentar o turismo nas cidades.
“Entrar no guia paulista é uma ótima notícia para as cidades da região. Mas elas terão que fazer a parte delas para que esse turista da Copa queira voltar em outra ocasião”, afirmou Carol.
Segundo ela, as cidades vizinhas àquelas incluídas no roteiro também devem estar preparadas para receber os turistas durante o Mundial.
“Como os municípios da região são próximos uns dos outros, é natural que o turista queira conhecer outra cidade, o que aumenta a chance da região em recepcionar os turistas da Copa.”

Oportunidade. 
Para o comitê paulista, São José dos Campos será uma “referência” para os turistas. 
Para o diretor de Turismo da cidade, Diego de Carvalho, o guia será uma oportunidade de promover o turismo na região, inclusive internamente.
“Estamos formando pessoas para atender turistas em toda a cidade”, afirmou ele. 

Saiba mais
LançamentoO Comitê Paulista para a Copa do Mundo lança amanhã, no Museu do Futebol, em São Paulo, o Guia Roteiros Paulista, com 233 páginas e versões em português, inglês e espanhol

GuiaA edição reúne opções de turismo e lazer para visitantes brasileiros e estrangeiros que virão ao Brasil assistir aos jogos da Copa do Mundo

RoteiroO guia traz 55 roteiros turísticos em 49 cidades paulistas, sendo
12 no Vale do Paraíba

CidadesSão Bento do Sapucaí, Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, Aparecida, São José dos Barreiro, Cunha, São Luiz do Paraitinga, Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela
Critérios
Os roteiros foram escolhidos num raio de até 300 km da capital e que tinham opções de turismo estruturadas



NovaDutra planeja evento em São José
São José dos Campos
A concessionária CCR Nova Dutra, que administra a rodovia Presidente Dutra, irá organizar um encontro, em São José, para tratar da Copa do Mundo por meio do projeto “Estrada Sustentável”.
O tema do evento será “Os municípios da Dutra - riscos e oportunidades relacionados à Copa” e será realizado no auditório do Parque Tecnológico de São José, no dia 15 de abril, das 9h às 13h.
Segundo a Secretaria de Turismo de São José, que apoia o evento, o encontro abordará questões relacionadas à Copa, como aumento de carros na estrada, informações aos turistas que passarem pela região e combate ao turismo sexual.
Haverá participações de representantes do Comitê Paulista 2014, da Fifa e de secretarias de Turismo da região.
De acordo com o Ministério do Turismo, a Copa deve provocar um crescimento de 30% no número de turistas que a região recebe, com uma estimativa de que até 300 mil turistas passem pelo Vale do Paraíba durante a Copa do Mundo.
“Temos que estar preparados”, ressaltou a secretária de Turismo de São José, Maria Emília Cardoso. 
Fonte: OVale

Mutirão recolhe 300 toneladas de lixo e entulho em bairros da região sul

Serviços Municipais
07/04/2014
Mutirão da limpeza urbana
O trabalho inclui serviços de varrição, capina, coleta de entulho e lixo orgânico e reciclável, espalhados por cerca de 40 pontos críticos

Mutirão recolhe 300 toneladas de lixo e entulho em bairros da região sul
A Prefeitura de São José dos Campos promoveu no final de semana ações de limpeza e manutenção de ruas e praças em três bairros da região sul (Campo dos Alemães e os Conjuntos Habitacionais Dom Pedro I e II) e já recolheu mais de 300 toneladas de lixo úmido e seco, além de entulho.  
A força-tarefa conjunta da Secretaria de Serviços Municipais (SSM) e da Urbam começou no sábado pela manhã e executou até agora 70% do trabalho, que vai continuar até concluir a limpeza.
O trabalho inclui serviços de varrição, capina, coleta de entulho e lixo orgânico e reciclável, espalhados por cerca de 40 pontos críticos. Segundo a SSM, o objetivo da operação é oferecer mais qualidade de vida à população 
A região sul é a primeira a receber o trabalho, que será estendido a todo o município, gradativamente. Mais de 10 mil moradores foram beneficiados nesta ação. 
A SSM ressalta a importância da participação da população em descartar o lixo e o entulho adequadamente, o que melhora a manutenção da limpeza nos bairros. Lembra ainda que o descarte de entulho pode ser feito em 11 Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s) espalhados por todas as regiões. ( Falta indicação onde procurar no site da Prefeitura )
Os munícipes podem tirar dúvidas sobre os endereços e horário de funcionamento pelo telefone 156. 
Para informações sobre a coleta de lixo, orgânico e reciclável, podem ligar para o telefone 3944-1000.
Conscientização 
A Prefeitura também está desenvolvendo junto a presidentes e representantes de associações de moradores, organizações religiosas, esportivas e culturais, trabalho de conscientização da população sobre o descarte correto de lixos orgânicos, entulhos e recicláveis, (que trabalhos são esses?, dá para fazer uma cartilha e divulgar no site ) da região do Campo dos Alemães e os Conjuntos Habitacionais Dom Pedro I e II. 

Foto do Dia - São José Hoje - São José Basquete vence Palmeiras por apenas um ponto

Foto do Dia



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DECISÃO


Com o apoio intenso da torcida, que lotou o ginásio Lineu de Moura, o São José deu um importante passo para as quartas de final do NBB (Novo Basquete Brasil). Na noite de ontem, em um jogo emocionante que foi decidido na prorrogação, o São José venceu o Palmeiras por 78 a 77, saindo na frente na série melhor de cinco partidas. Amanhã as duas equipes se enfrentam novamente no mesmo local, às 20h, no segundo jogo do playoff.

Foto: Claudio Capucho/PMSJC
Fonte: São José Hoje - 8/04 

São José Basquete vence Palmeiras por apenas um ponto

Lance da partida entre São José Basquete e Palmeiras. Foto: Alan Collet
Lance da partida entre São José Basquete e Palmeiras. Foto: Alan Collet
Na prorrogação, os joseenses venceram por 78 a 77 e abriram 1 a 0 na série melhor de cinco das oitavas de final do NBB
Marcos Eduardo Carvalho
São José dos Campos

Foi só na prorrogação e na última bola, mas o São José saiu na frente do Palmeiras no primeiro jogo das oitavas de final do NBB (Novo Basquete Brasil). Com vitória por 78 a 77, no ginásio Lineu de Moura, em São José dos Campos, a equipe da região abre 1 a 0 na série melhor de cinco partidas e dá um importante passo para avanças às quartas de final do torneio.
Nesta quarta-feira, os dois times voltam a se enfrentar no mesmo local, a partir das 20h. No domingo, às 18h, os times se enfrentam em São Paulo pelo terceiro duelo, que poderá ser decisivo em caso de nova vitória joseense diante da torcida.
Com um grande público no Caldeirão, os comandados do técnico Luiz Zanon foram superiores durante a maior parte do confronto.

O jogo.
 O primeiro quarto foi equilibrado. Os palmeirenses deram trabalho com o bom norte-americano Tyrone e passaram boa parte do tempo em vantagem. No final, os joseenses conseguiram abrir um ponto: 18 a 17.
No segundo quarto, com uma marcação bem mais forte, o São José/Unimed/Vinac conseguiu impor o seu ritmo de jogo. Com apenas 11 pontos sofridos em dez minutos, os comandados de Zanon abriram outros dez de vantagem. Assim, foi para o intervalo vencendo por 38 a 28.
Depois do intervalo, o ritmo de jogo joseense continuou da mesma forma nos primeiros minutos. Na metade do terceiro quarto, porém, o Palmeiras esboçou uma reação e chegou a diminuir a vantagem do São José para sete pontos. O time da casa empurrado pela torcida, ainda tentou ampliar essa vantagem, mas foi para os últimos dez minutos de jogo vencendo mesmo por sete pontos: 51 a 44.
Nos últimos dez minutos, o Palmeiras partiu para a pressão, tentando diminuir a vantagem logo no início e entrar de novo na briga pela vitória. Aos poucos, a vitória que parecia já certa para os joseenses, se tornou em um jogo dramático.
O ala Alex chegou a ser excluído do jogo por cometer a quinta falta, no último minuto. O Palmeiras empatou o jogo e, no último ataque joseense, Manny Quezada levou um toco. Assim, o jogo foi para a prorrogação, após os 67 a 67 do tempo normal.
Na prorrogação, o São José perdeu Caio Torres logo no primeiro lance, por cometer a quinta falta. Apesar disso, o time se superou e venceu, com o apoio intenso da torcida.

Os jogos das oitavas
Segunda-feira, dia 07/04São José 78x77 Palmeiras

Quarta-feira -9/4São José x Palmeiras (20h)

Domingo - 13/4Palmeiras x São José (18h)

Quarta-feira - 15/4*Palmeiras x São Jose´ (20h)

Data 
à definir*São José x Palmeiras (horário não definido)

Obs: Caso haja a necessidade do quarto e do quinto jogo na série melhor de cinco

Outros duelos:Uberlândia 61x68 Franca
Pinheiros x Mogi
Bauru x Basquete Cearense
Uberlândia x Franca

Obs: Flamengo, Brasília, Paulistano e Limeira já está classificados para as quartas de final e aguardam pelos vencedores das oitavas de final

segunda-feira, 7 de abril de 2014

BOM NEGÓCIO - #NãoDêVotoPraLadrão

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