quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Responsável pelo trem bala confirma estações em São José e Aparecida


23/01/2013 19h54 - Atualizado em 23/01/2013 21h12

Responsável pelo trem bala confirma estações em São José e

 Aparecida

Presidente da EPL se encontrou com prefeito Carlinhos Almeida (PT).
Fora do edital, parada em Aparecida seria 'decisão política do governo'.

Do G1 Vale do Paraíba e Região

Presidente da EPL e autoridades durante coletiva de imprensa em São José dos Campos. (Foto: Wanderson Borges/TV Vanguarda)Presidente da EPL e autoridades durante coletiva de imprensa em São José dos Campos. (Foto: Wanderson Borges/TV Vanguarda)
Em visita a São José dos Campos nesta quarta-feira (23), o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), responsável pelo projeto de Trem de Alta Velocidade, Bernardo Figueiredo, afirmou que a cidade, juntamente com Aparecida, deve receber estações do Trem de Alta Velocidade (TAV).




Clique aqui e veja o vídeo do Jornal Vanguarda
Figueiredo conversou com o prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT) sobre a estação que deve ser construída no município. No primeiro edital lançado pelo governo, nenhuma empresa se interessou.
Agora, a segunda tentativa de tornar realidade a implantação do projeto ofereceria mais atrativos para a iniciativa privada, já que uma empresa vai cuidar das obras e outra irá operar o sistema. “Quem vai operar a linha vai olhar só o que ele sabe fazer, que é operar a linha e quem vai fazer a construção civil vai enxergar só aquilo que ele sabe fazer, que é construir a infraestrutura”
Local da estação
Agora que está definido que São José dos Campos terá uma parada do Trem de Alta Velocidade, a discussão é sobre o local da estação que ainda não foi escolhido. A previsão é que seja na região da rodovia Carvalho Pinto, perto do aeroporto da cidade.
“Isso vai permitir não só uma comodidade maior para as pessoas no deslocamento, mas vai ser um elemento de desenvolvimento econômico para a cidade, porque você vai poder utilizar mais o nosso aeroporto e com isso gerar emprego, renda, com a implantação da estação do trem e com a integração com o aeroporto”, explicou o prefeito Carlinhos Almeida.
Pelo edital lançado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o trem-bala terá oito estações. Duas delas em Campinas, uma em São Paulo, uma no aeroporto de Guarulhos e a última do trecho paulista em São José dos Campos. Mais três pontos de parada devem ser construídos no trecho do estado do Rio de Janeiro.
Aparecida
Mesmo fora do edital, a parada em Aparecida estaria mantida pelo governo. “Nesses estudos não foi considerado o fluxo de passageiros para Aparecida, mas a infraestrutura vai ser feita pela EPL. Nós estamos estudando esse transporte e a estação é uma definição política do governo, vai ter estação em Aparecida e nós entendemos que isso é uma coisa positiva para o projeto”, afirmou o presidente da EPL
.

domingo, 20 de janeiro de 2013

Manhattan Office Santos


Manhattan Office Santos



Vila Mathias (Santos - SP)



Pré-Lançamento: 26/01/2013

  • Comercial
  • Metragem: de 37m² a 577m²
  • Vagas: 1 ou 2 por unidade
  • Previsão de entrega: 31/03/2016
  • Valor: Consulte condições especiais
Manhattan Office Santos é um lançamento comercial da cidade de Santos localizado no bairro de Vila Matias.
Ao lado da futura sede da Receita Federal, próximo da Santa Casa de Santos e da Beneficência Portuguesa, bem como da Av. Ana Costa, logo na entrada da cidade. o empreendimento encontra-se bem localizado em região de comércio e fácil acesso ao centro da cidade.

Diferenciais do Manhattan Office Santos


·         Fachada contemporânea com Alocobond e vidro
·         Hall de entrada com pé-direito duplo
·         Preparado para piso elevado
·         Infraestrutura para instalação de sistema de controle de acesso com catracas eletrônicas e circuito fechado de TV
·         Salas de reuniões
·         Infraestrutura para instalação de ar-condicionado
·         Estacionamento coberto
·         Gerador de emergência


Serviços Pay-per-use


·        Despacho de pequenas cargas em aeroportos e transportadoras
·        Serviços junto a bancos, cartórios e correios
·        Distribuição de brindes, convites e ingressos
·        Solicitação de motoboy
·        Limpeza, conservação e arrumação
·        Manutenção de pequenos reparos
·        Organização de eventos
·        Office Support

Preço do Manhattan Office Santos
O preço do empreendimento varia de acordo com sua metragem, disponibilidade e acabamento interno e externo. Favor consultar através de e-mail ou celular, abaixo indicados, para obter maiores informações.
Lembrando que estamos na fase de pré-lançamento com preços e condições de pagamento especiais.
Você que deseja uma laje ou com pagamento à vista condição imperdível!



Santos, economia aquecida, pré-sal e um mar de oportunidades para você investir.
Essa é a sua oportunidade.
Agende visita, ou dirija-se diretamente ao
Plantão de Vendas, à Rua São Paulo, 41, Vila Mathias, Santos,
e procure por:
Gerson/Real Imóveis


Gerson Eguchi
Assessoria e Consultoria Imobiliária
Cel: (12) 9151-0641 - VIVO, até as 23 hs
           (13) 8202-8984 - TIM - Santos
CRECI: 108.309
Blogs:
Se desejar visitar um plantão de vendas, valorize meu trabalho e solicite-me acompanhá-lo. 
De preferência, avise com 30 minutos de antecedência.
Caso não queira receber mais mensagens, responda, por gentileza, REMOVER.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Panorama do mercado imobiliário


Panorama do mercado imobiliário

Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP, anuncia que neste ano os empresários terão de enfrentar os gargalos de infraestrutura, que passam pelas revisões do Plano Diretor Estratégico, da Lei de Zoneamento e do Código de Obras e Edificações. Confira
08/01/2013
Panorama do mercado imobiliário

2013 é ano de revisão do Plano Diretor Estratégico

O setor imobiliário da cidade de São Paulo permaneceu aquecido, em 2012, apesar de ter registrado lançamentos inferiores a 2011. Isso se deve, principalmente, ao amadurecimento do mercado, que passa a atuar de forma mais sustentada. É o que chamamos de “freio de arrumação”. Ou seja, a adequação da demanda à capacidade e aos meios de produção, com a necessária cautela diante das incertezas da economia mundial. Porém, e surpreendentemente, a comercialização continuou aquecida e o comprador confiante.
Os fatores que impulsionam o mercado residencial são diversos, mas o principal é o equilíbrio entre demanda, preços e capacidade de pagamento, e a oferta. O crescimento de 10% nas vendas este ano, comparativamente a 2011, teve como efeito colateral a queda do estoque de unidades à venda para volume pouco abaixo da média dos últimos anos. Para o funcionamento equilibrado do mercado, este estoque deve ser recuperado.
Preços – O mercado imobiliário atingiu um novo patamar de preços, em parte como recuperação da forte retração de crédito para financiamento à produção e aquisição das últimas duas décadas. Também, os novos preços estão vinculados a uma matriz de custos, onde o terreno como insumo principal teve sensível aumento. Isto, em função da escassez provocada pela regulação do uso e ocupação do solo, além da demora nos processos de licenciamento. Entretanto, caminhamos para um processo de crescimento estável e proporcional ao desenvolvimento econômico.
Em 2012, os preços de novas unidades subiram pouco acima da inflação, chegando a 7%, em média. Se em alguns bairros onde a oferta de terrenos é escassa e há boa infraestrutura os preços sobem um pouco mais, existem alguns distritos com potencial para novos lançamentos, e onde o custo do terreno pode ser relativamente mais baixo e os preços subir menos.
Em um novo cenário de preços e produção, o problema do mercado não é de demanda. Todavia, teremos de enfrentar, em 2013, os gargalos de infraestrutura, que passam pelas obrigatórias revisões do Plano Diretor Estratégico, Lei de Zoneamento e Código de Obras e Edificações. Também, há a necessidade de desburocratizar as aprovações e os licenciamentos de projetos. Neste aspecto, o novo prefeito entendeu as necessidades da cidade e saberá, certamente, conduzir o processo que deve equilibrar a implantação de novos modelos de ocupação e o atendimento da demanda.
É necessário, ainda, aperfeiçoar os modelos para operar o Minha Casa, Minha Vida nas regiões metropolitanas, onde existe muita dificuldade para se compatibilizar o programa com a realidade de mercado, principalmente na faixa 1 (para famílias de menor renda). A parceria entre os governos Estadual e Federal é importantíssima, bem como o estímulo ao Casa Paulista, do governo do Estado.
Comprar ou alugar? – O mercado de locação na Capital manteve a elevação de preços em 2012, mas em ritmo menor ao registrado nos dois anos anteriores. As unidades localizadas nos bairros próximos ao metrô e na região central da capital, bem como nas zonas intermediárias entre Centro e periferia, apresentaram aumento expressivo. Porém, a prevalecer o forte aquecimento da demanda, sem a contrapartida na oferta, naturalmente os preços sofrerão reajustes acentuados.
Como todo mercado, esse segmento depende basicamente do aumento de imóveis ofertados para locação. E este aumento na oferta poderia vir com incentivos tributários. A proposta, ao que nos parece, deveria ser estudada pelo governo federal.
Investir – Durante o ano, debatemos exaustivamente acerca da formação ou não de “bolha imobiliária” e concluímos que não existem fundamentos capazes de estruturar este cenário. Afinal, um fator indica claramente o movimento do mercado: aproximadamente 70% dos financiamentos da Caixa são destinados a famílias que adquirem o primeiro imóvel para morar. Obviamente, este comprador não está especulando com a expectativa de aumentos de preços futuros.
Resumidamente, o momento é bom para investir em imóveis, que além da segurança é alternativa ao mercado financeiro. Entretanto, é preciso saber como e onde comprar para maximizar o investimento, e isto só é possível com a ajuda dos profissionais do mercado.
Claudio Bernardes é engenheiro civil, presidente do Secovi-SP e reitor da UniSecovi
Fonte: Secovi

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Setor imobiliário tem estabilidade em São José dos Campos


Setor imobiliário tem estabilidade em São José dos Campos

A expectativa para este ano é que a cidade mantenha o ritmo histórico de crescimento
04/01/2013
Setor imobiliário tem estabilidade em São José dos Campos
Em 2012, o setor imobiliário de São José dos Campos viveu um período de estabilidade, seguindo o ritmo histórico de crescimento. “Depois de passar por um intenso crescimento, o mercado voltou à sua normalidade, tanto no número de lançamento quanto em relação ao valor. Os problemas vividos com a falta de mão de obra e matéria-prima também foram resolvidos”, afirma Frederico Marcondes Cesar, diretor geral do Secovi-SP no Vale do Paraíba.
Segundo o diretor, a velocidade de venda dos imóveis segue em ritmo de 6 a 7% ao mês e os imóveis com a maior demanda são os de 2 e 3 dormitórios. “Os grandes compradores de imóveis na região são os consumidores finais, que compram para morar, com idade entre 25 e 45 anos”, conta.
Há algumas regiões do município que passam por notável desenvolvimento. “Um dos destaques é a Urbanova, na zona norte, com muitos lançamentos de loteamentos e apartamentos de 2, 3 e 4 dormitórios para as classes A e B. A cidade cresce no sentido de ir ao encontro de Jacareí”, diz o diretor.
Para empreendimentos mais populares, uma das principais áreas da cidade é a região leste, com prédios e casas para a classe média. Com relação ao valor dos imóveis, Marcondes Cesar conta que a média de preço é de R$ 3 mil a R$ 4 mil reais o metro quadrado, podendo variar de acordo com a localização ou padrão do imóvel.
Para o diretor, a expectativa é de que o mercado siga nesse ritmo de normalização em 2013 e que a velocidade de venda se mantenha nos mesmos patamares. “No entanto, para que aconteçam mais lançamentos, é necessária uma revisão na lei de zoneamento da cidade. O setor já está se mobilizando para isso e já foram levadas propostas à Câmara Municipal”, conclui.
Fonte: Secovi

Lei garante desconto de 50% para registro de primeiro imóvel


Lei garante desconto de 50% para registro de primeiro imóvel


Segundo a Lei 6.015, de 1973, quem compra o primeiro imóvel pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) tem direito a 50% de desconto no registro da escritura do bem. Mas, apesar de a norma ter quase 40 anos, poucos a conhecem, e muita gente paga o valor integral das custas cartoriais, quando, na verdade, poderia economizar dinheiro.

Luiz Carlos Kechichian, conselheiro do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 2ª Região (Creci-SP), não hesita em apontar os responsáveis pela falta de conhecimento da lei: os cartórios. "Eles não têm interesse em dar publicidade à norma".

A afirmação de Kechichian, no entanto, é contestada por Francisco Ventura, diretor de registro de imóveis da Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (Anoreg-SP): "A maioria dos imóveis financiados pelo SFH tem esse desconto, e, em São Paulo, os cartórios normalmente já dão esta informação".

Ventura até demonstra surpresa diante da alegação de que a lei é pouco conhecida. "Pode haver algum caso isolado, mas não sei porque disseram que as pessoas não conhecem a norma", afirma ele. O diretor da Anoreg-SP vai além, e diz que os bancos costumam avisar aqueles que buscam financiamento sobre o desconto de 50% nos custos cartoriais.

Kechichian, porém, usa o exemplo dos próprios corretores para garantir que há grande desconhecimento sobre a lei. "Até tentamos informar todos os associados do Creci-SP, mas nem todo mundo recebe a informação; fora do estado de São Paulo, então, o desconhecimento é ainda maior, e até donos de imobiliárias ignoram a lei", afirma o conselheiro do Creci-SP. Segundo ele, só quando o cliente é bem informado e pergunta sobre o desconto é que consegue o benefício nos cartórios.

Declaração

Para garantir o direito ao desconto, o comprador tem de apresentar uma declaração de que está adquirindo, com o financiamento do SFH, seu primeiro imóvel. Ventura afirma que, em São Paulo, basta apresentar a declaração escrita para pagar apenas 50% das custas cartoriais. "Não precisa nem comprovar, pois os cartórios paulistas têm informações centralizadas e conseguem averiguar se é o primeiro imóvel do comprador", diz o diretor da Anoreg-SP.

Nem todos os estados brasileiros, no entanto, têm o nível de informatização de São Paulo. Pode ser necessário apresentar certidão de todos os cartórios da cidade onde o negócio está sendo realizado para comprovar que o comprador não possui nenhum imóvel próprio.

Se a pessoa já foi dona de casa ou apartamento - mesmo que já não possua o bem - ou recebeu alguma propriedade por doação ou herança, não há direito ao desconto. "A lei só se aplica mesmo ao primeiro imóvel, para beneficiar quem está fugindo do aluguel", esclarece Kechichian. Quem é casado com alguém que já tem casa própria continua tendo direito ao abatimento, contanto que compre um imóvel em seu nome.

O desconto é um direito garantido por lei, portanto, se o cartório se recusar a concedê-lo, o comprador pode registrar queixa junto à Corregedoria Geral da Justiça. Para isso, basta entrar em contato com o fórum da cidade na qual se localiza o cartório.

Fonte: Blog Mercado Imobiliário

Propriedades ainda na planta têm a vantagem de se valorizar


Propriedades ainda na planta têm a vantagem de se valorizar








Comprar imóvel na planta é vantajoso para aqueles que não precisam mudar com urgência. Foto: Shutterstock
Comprar imóvel na planta é vantajoso para aqueles que não precisam mudar com urgência

Foto: Shutterstock
Garantir logo um bom negócio ou esperar alguns anos para se mudar, ganhar tempo para dar a entrada e economizar no valor final? Quem planeja adquirir um imóvel fatalmente se depara com o dilema entre comprar um pronto ou na planta. A decisão depende dos objetivos e recursos de que a pessoa dispõe.

Os imóveis na planta são mais indicados para aqueles que podem esperar dois ou três anos para se mudar. Além disso, ao contrário de uma propriedade pronta ¿ em que a entrada precisa ser dada a vista -, naquelas ainda em construção esse pagamento pode ficar para a data de entrega das chaves. Ou seja, quem que não conta com o montante em mãos ganha tempo para consegui-lo.

"Ao comprar na planta, a pessoa tem a oportunidade de redimensionar o projeto interno fazendo modificações ao seu gosto e com isso, certamente, o imóvel terá valorização maior que qualquer outro investimento", aponta Flávio Koch, presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio Grande do Sul (Creci-RS).

Em geral, o imóvel na planta, quando concluído, passa por uma boa valorização, que em alguns casos pode chegar a até 50%. Porém, nos últimos anos isso está ficando menos comum por conta da especulação imobiliária, alerta José Augusto Vieira Neto, presidente do Creci-SP.

"Hoje os lançamentos já estão sendo vendidos com um preço muito próximo do valor que terá quando finalizado. A única maneira de saber se você está fazendo um bom negócio é comparando os preços com imóveis similares na região", diz.

Por outro lado, sempre existem os riscos de atraso na entrega, ou ainda que a propriedade não corresponda exatamente ao que foi prometido. Por esses motivos, imóveis já concluídos são um investimento mais seguro, além de possibilitar a mudança imediata para o local. "Neste caso, você pode avaliar algo concreto, ver o acabamento. Não fica apenas no projeto", observa Viana.

Para minimizar as chances de transtornos com a construtora, é fundamental adotar algumas precauções. O primeiro passo é consultar se existe alguma queixa registrada contra a empresa no Procon.

Outra boa dica é conversar com síndico ou moradores de outro empreendimento da mesma empresa para saber se não ocorreram problemas no decorrer da obra. Deve-se, ainda, guardar os folhetos publicitários para garantir o cumprimento das promessas feitas no momento da venda.

Feliz 2.013



Feliz 2.013
Com muito amor, saúde e
prosperidade e...